Como os Pets podem ser úteis na evangelização

“Aquela Pastora-alemã está correndo solta de novo. Ela veio do nada e pulou em mim enquanto eu estava andando”

“A Pastora-alemã está destruindo livremente meu jardim de rosas.Que cachorra idiota!”

“Eu quase passei por cima da Pastora-alemã voltando do trabalho para casa noite passada”

“De quem é essa cachorra? Essas pessoas sabem sobre a lei de uso de focinheira para cachorro grandes?”

“Eu acho que aquela cachorra perigosa pertence àquelas pessoas novas da Rua Quatro. Elas falam inglês? Elas sabem sobre a lei de focinheira? Alguém tem que fazer algo sobre isso!”

Eu apenas absorvo mídias sociais pelo Nextdoor, um aplicativo usado por mais de 300 famílias na minha vizinhança da Carolina do Norte. Eu intencionalmente foco em fotos de crianças ou de cachorros ou almoços que comece e continue local – local o suficiente para aconchegar com a minha mão ou provar com minha própria boca. As mensagens citadas acima representam um típico dia na minha vizinhança.

Nossos posts no Nextdoor às vezes parecem um drama épico ruim: sem enredo, mas com uma variedade de personagens que exageram a situação para ter efeito um após o outro. Cachorros soltos, cachorros que precisam andar, cachorros que precisam de casas novas, cachorros que precisam de boas maneiras, cachorros que precisam de amigos. Meu instinto quando vejo outra notificação de “cachorro solto” no Nextdoor é checar se a Sully, minha Gordon Setter bobona de três pernas, achou de novo seu caminho para uma trilha de tarde e liberdade resultada da ignomínia e desgraça do Nextdoor. Mais de uma vez, foi assim que eu cheguei à noção de que eu tenho uma cachorra idiota cometendo crimes contra rosas e leis de focinheira.

Uma vez que Sully é contabilizada no aplicativo, eu sei que essas postagens no Nextdoor são todas pontes evangelísticas. De fato, a frase “aquela cachorra idiota” me enche de uma expectativa evangelística. Se eu tivesse que escrever um programa de alcance evangelístico, eu talvez teria que usar isso como meu título. Por quê? Duas razões. Primeiro, a crise deveria realçar o melhor nos cristãos. Segundo, eu amo cachorros. E eu amo que as crianças e idosos e todo mundo no meio que estão procurando por cachorros perdidos. E então quando cachorros e crianças estão no imperdoável foco do mau comportamento, meu chamado cristão vem totalmente em foco. Eu sinto imediatamente um senso de conexão com o criminoso inocente e um claro chamado sobre o que posso fazer para ajudar.

É assim que funciona.

  1. Oração

Eu começo com oração. Qualquer um dos meus filhos que não esteja no momento fazendo um curso online do Ensino Médio é convocado a orar comigo pelo cachorro e pelas pessoas indo atrás do cachorro. Sim, eu oro por cachorros. Eu não oro pelas suas almas ou futuro eterno, mas oro pelo seu bem-estar. Cachorros têm feito minha vida infinitamente mais gentil. Quando criança, uma dos meus filhos que agora é adolescente estava domesticada com Sally, nossa Golden Retriever doente. Outra criança costumava cochilar com ela. Durante os anos que estivemos sendo pais adotivos temporários e adotando até adolescentes mais velhos, tivemos cachorros que dormiam e eram acariciados e amados por essas crianças. Quando meu marido Kent e eu não conseguíamos comovê-los, ou oferecer conforto físico, os cachorros sempre conseguiam. Então quando um cachorro está perdido, meus filhos sentem tanta empatia quanto eu. Eu oro por cerca de cinco minutos, e então amarramos nossos sapatos e vamos atrás.

  1. Ação

Depois de orar, eu junto meu cachorro, guloseimas e coleiras nos meus bolsos e trago qualquer criança disponível comigo para procurar pela cachorra perdida. Sempre, e quero dizer sempre, eu encontro ou o cachorro ou a pessoa procurando por ela. Se encontramos a cachorra, colocamos coleira nela, levamos pra casa e postamos sua foto no Nextdoor. A ex-pródiga olha para sua tigela de comida com olhos contritos, e a vizinhança testemunha sua redenção.

Se, por outro lado, encontramos as pessoas e crianças procurando pelo cachorro, descobrimos como podemos ajudar. Trocamos números de celulares e endereços. Mais de uma vez, temos aprendido que o cachorro perdido pertence a um vizinho novo. Fazemos planos de sairmos juntos, com o cachorro, as crianças e família. A conversa leva tempo, mas geralmente não mais que uma hora. Essa hora nos possibilita conhecer novas pessoas, estranhos, numa crise. Nos possibilita a caminhar com eles, acompanhá-los em seu medo. Aprendemos como orar por e ajudar nossos vizinhos. Também nos dá uma boa caminhada, que todos precisamos no meio de um dia ocupado de homeschooling.

  1. Use Seus Dons

Ter seu próprio cachorro que foge com abandono imprudente significa que minhas crianças conhecem todos os bons lugares onde os cachorros se reúnem. Existe o riacho atrás da minha casa. Existem as árvores na borda da vizinhança onde os cervos residem. Minhas crianças possuem sabedoria local que é útil. Também sabemos os melhor truques para fazer um cachorro inconstante vir correndo. Uma criança tem um assobio especial que nenhum amigo de quatro-patas consegue resistir. Outra sabe chacoalhar uma bolsa de guloseimas com efeito máximo. Essas habilidades particulares talvez não estejam na lista de Paulo de dons espirituais, mas também são usadas pelo Espírito da mesma forma.

  1. Pratique a Hospitalidade

Uma vez que o cachorro perdido voltou para seu descanso após trabalho árduo, damos sequência convidando o novo vizinho para deixar os cachorros brincando e um almoço em família no nosso quintal fechado. Manter as coisas informais, espontâneas e fora de casa coloca todo mundo em comodidade. Pratos de plástico e restos de comida são mais prováveis de estabelecer amizades com cachorros e pessoas do que porcelana jamais poderia. Abaixe suas expectativas para aumentar sua alegria.

Conhecer as crianças e os cachorros da vizinhança têm me dado grande alegria. Tem também fornecido pontes do evangelho para o bem espiritual e terreno. Uma brincadeira de cachorros no quintal desperta amizades com pessoas que pensam diferente e que posicionados pela infundida mídia social mundana impensada como inimigos culturais. Cachorros não tem inimigos culturais (gatos não contam).

Um cachorro perdido que foi encontrado geralmente resulta em conhecer uma velha e doente vizinha que fica parada mais do que gostaria. Um cachorro perdido que foi encontrado frequentemente resulta em um dia de brincadeiras de crianças e cachorros no quintal. E as vezes, essas situações de sal da terra se transformam em jantares seguidos por devoções em família, oração, fazer a vida juntos, e quando o Senhor permite, fé salvífica. Cachorros numa crise podem ser a ponte que Deus usa para transformar estranhos em família.

Fonte: Voltemos ao Evangelho

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