Categoria : Missões

Discipular significa deixar que te sigam   

Um dos maiores obstáculos para compreendermos o que é fazer discípulos é lermos essa expressão unicamente com as lentes da soteriologia, do estudo das doutrinas da salvação, sem atentarmos para o fato óbvio de que Jesus fez discípulos discipulando-os, não apenas salvando-os. De modo geral, não paramos para pensar que os discípulos jamais precisariam especular – como fazemos hoje – sobre o que significou a ordem de “ide, fazei discípulos”, já que o discipulado era uma realidade presente em sua cultura e em sua própria experiência recente com Jesus. Os discípulos nunca responderiam à Grande Comissão com “como faremos isso?”. Essa pergunta não está lá – nem poderia estar – porque os discípulos não tiveram dúvidas de como deveriam executar o que Jesus lhes estava pedindo. Eles foram discipulados! Fazendo nossos próprios discípulos de Jesus Se admitirmos que o Senhor... ...

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Cativando os outros

“Vocês são a luz do mundo. (…) E, também, ninguém acende uma candeia e a coloca debaixo de uma vasilha. Ao contrário, coloca-a no lugar apropriado, e assim ilumina a todos os que estão na casa. (Mateus 5:14-15) Muitas vezes quando nos relacionamos com Deus pensamos mais nas bênçãos e privilégios que recebemos por conta deste relacionamento, nas mais variadas áreas e esferas de nossa vida. Porém muitas vezes nos esquecemos da responsabilidade que vêm junto com esse relacionamento. Somos chamados para sermos a luz do mundo e iluminar toda a escuridão ocasionada pela presença do mal à nossa volta. O grande problema é que constantemente nos omitimos dessa responsabilidade e ao invés de iluminarmos tudo e todos ao nosso redor, é como se colocássemos essa luz onde ninguém pudesse ver. Viva essa responsabilidade seja luz nos lugares onde Deus... ...

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Viagem para Colômbia para treinamento de PGs

Nos dias 05 a 08 de Outubro o Pr. Fernando e o Pr. Alexandre, ambos da Convenção Noroeste Paulista, estiveram no campo da Junta Geral de Missões em Tabatinga para realizar o Treinamento para formação de PGs e pregação do evangelho com os líderes de Tabatinga, Letícia(Colômbia) e Benjamin Constant. Na sexta-feira conhecemos um pouco da cidade de Letícia e passamos um tempo precioso com o Pr. Vilson e sua família. E nos outros dias ministraram treinamento para os membros das igrejas locais. Acompanhe um pouco desta viagem nas fotos. ...

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Batismo na 1° igreja em Jales

No último domingo a 1° igreja em Jales realizou o batismo de pessoas. Motivo de alegria para todos por mais 15 vidas que aceitaram o amor gracioso do Pai. Bem vindos a família! ...

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Batismo da 2° igreja em Rio Preto

Neste final de semana os irmãos da segunda igreja em rio preto estiveram em grande festa com o batismo de 8 pessoas. Louvamos a Deus por mais 8 preciosas vidas que aceitaram o amor gracioso do Pai. Sejam bem vindos a família! Fotos por: Loreta Rodrigues ...

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Batismo na 2° igreja em Jales

Na noite de ontem a 2° igreja em Jales esteve em festa com o batismo de 7 pessoas. Festa no céus e entre a igreja também. Louvamos a Deus por essas novas vidas em nosso meio. Bem vindos a família! ...

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A Reforma Protestante e o desafio do pastoreio mútuo na igreja

A Reforma Protestante foi um movimento usado por Deus para tirar a igreja de muitas práticas que não tinham qualquer fundamento bíblico. Um deles diz respeito ao especto pastoral da igreja. Conforme apregoado primeiramente por Lutero, e depois fortalecido pelos demais reformadores, o sacerdócio da igreja não é limitado a algumas pessoas especiais, mas é um chamado de Deus para todos os santos. No entanto, esse aspecto defendido pelos reformadores não ganhou a consistência necessária para muitos cristãos da igreja ocidental. Na prática, ainda fazemos distinção entre o sacerdócio dos “sacerdotes” e o sacerdócio dos “crentes”. De fato, mesmo os reformadores, ainda que apregoassem esse conceito, na prática não conseguiram se distanciar do sistema sacerdotal existente na igreja, desde o quarto século. Assim como os reformadores não conseguiram romper totalmente com o clericalismo, a maioria de nossas igrejas ainda reproduz... ...

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Uma igreja viva investe tempo para caminhar junta

Quando falamos em igreja viva, é grande a tendência de nos lembrarmos daquela igreja em que os irmãos compartilhavam o que tinham livremente e com amor: “Da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham. Não havia pessoas necessitadas entre eles, pois os que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro da venda e o colocavam aos pés dos apóstolos, que o distribuíam segundo a necessidade de cada um” (Atos 4:32,34-35 NVI). Ao lermos este relato, usualmente pensamos no quão distante estamos de compartilharmos aquilo que é nosso com o próximo, com o nosso irmão. É um sentimento pelo qual até ansiamos, mas de que logo esquecemos quando pensamos nos próximos boletos que teremos que pagar. Ao lermos esta passagem,... ...

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Servir e amar na cidade

Nossa igreja, como tantas outras, está plantada dentro de uma cidade. A frase, além de óbvia, parece que não oferece caminhos de continuar esse texto. Será? Antes de te responder, me diga: onde você nasceu? Onde está sua escola? Quando você vai para sua casa, quais caminhos você utiliza? Onde fica o seu trabalho? Todas essas respostas terão como núcleo principal (mesmo que seja um sujeito oculto) a palavra “cidade”. Não é pouca coisa imaginar que praticamente tudo o que fazemos hoje em dia acontece no contexto da cidade. Mesmo quando nos deslocamos por estradas, mar ou ar, sempre buscamos de novo pisar, viver e curtir uma cidade. Quando levei recentemente o Rafa para um sítio, parece mesmo que estamos em outra dimensão, o mundo rural, onde tudo é estranho e diferente para gente urbana como minha família (veja bem,... ...

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A igreja fora dos portões

Os profetas, Jesus e os apóstolos pregaram nas ruas, nas praças, fora dos portões. Eles percorriam as cidades, as vilas, os campos. Estavam onde o povo estava. A missão deles era principalmente centrífuga, para fora dos portões. Hoje, concentramos nossas atividades no templo. Invertemos a ordem. Em vez de irmos lá fora, onde as pessoas estão, queremos que elas venham a nós, onde nós estamos. Nosso testemunho tornou-se intramuros. Nossa missão tornou-se centrípeta, para dentro. Em vez de irmos ao fundo para lançarmos as redes para pescar, estamos pescando no raso. Fazemos uma pesca de aquário. Multiplicamos nossos esforços para fazermos demorados treinamentos, mas não colocamos em prática o que aprendemos. Fazemos congressos e conferências para aumentarmos nosso cabedal teológico, mas esse conhecimento não se traduz em ação missionária. Cruzamos mares e atravessamos fronteiras para adquirirmos o melhor conhecimento, mas... ...

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