Programação infantil na igreja de Rio Preto

Pensando em ser uma igreja mais relevante em nossa comunidade o ministério infanto juvenil e a Igreja do Jardim Urano promoveram esta ação pra trazer as pessoas da comunidade em nossa igreja pra ouvir o evangelho e pra Glória de Deus muitas famílias e crianças foram alcançadas. Louvado seja Deus pela equipe do nosso Ministério infanto juvenil que se dedicou pra realizar esta programação. Por: Pr. Adriano Fiuza ...

Leia mais →

“Ó Jesus, entra em cena!”

Depois de relembrar a transformação de mais de 480 litros de água em vinho da melhor qualidade, graças à intervenção voluntária de Jesus nas bodas de Caná da Galileia, Eugene H. Peterson, em seu devocionário Um Ano com Jesus, ensina-nos a fazer a pequena oração: “Ó Jesus, entra em cena!”. Não há oração mais apropriada quando chegamos à conclusão de que todos os nossos recursos foram esgotados e nada mais podemos fazer. A súplica é muito curta e direta. Em apenas cinco palavras dizemos tudo. Ela deve ser repetida: “Ó, Jesus, entra em cena!”, “Ó Jesus, entra em cena!”, “Ó Jesus, entra em cena!”. Deve soar não como uma ordem, mas como um pedido humilde, contrito e absolutamente sincero. Deve ser uma oração explicativa. Antes ou depois de “Ó, Jesus, entra em cena!”, devo me abrir diante de Jesus e... ...

Leia mais →

Batismo na igreja em Vila Veneto

No último domingo, 14 de novembro, a igreja em Fernandópolis Vila Veneto foram batizadas 14 pessoas e realizados 5 recebimentos. Louvamos a Deus por essas preciosas vidas. Bem vindos a família! ...

Leia mais →

Batismo em Iturama

Neste domingo, 12 de novembro, a igreja em Iturama esteve em festa com o batismo de 7 pessoas. Louvamos a Deus pelo presente do Evangelho nestas vidas e na igreja. Bem vindos à família! ...

Leia mais →

Seminário Teológico do CTM

No último sábado, dia 11 de novembro, os alunos do Centro de Treinamento Ministerial participaram de seminário teológico com o tema Éfesios – uma carta para nosso tempo. O seminário foi ministrado pelo pastor Auriedno Rodrigues de Paula. Esse encontro marcou a finalização das aulas do curso para este ano. Para o ano que vem teremos novos curso e em breve você terá todas as informações em nosso site. Louvamos a Deus por todas as mudanças que estas aulas promoveram, pelo alunos e colaboradores do curso. ...

Leia mais →

Ouvir é uma forma de amar. Tire os fones.

Uma das marcas da sociedade contemporânea é a individualidade. A pós-modernidade imprimiu nas pessoas o desejo de olharem somente para si mesmas, reproduzindo assim uma sociedade individualizada e narcisista. “Tudo é meu”. O pronome possessivo tem sido usado por várias vezes e soa como música aos ouvidos dos moderninhos de plantão. Essa sociedade individualista ao extremo enaltece as pessoas que pensam e agem somente a partir de si mesmas, e nega o conceito do coletivo. Tudo é compartimentado, tudo é feito sob encomenda a gosto do freguês, tudo é personalizado, tudo é com a “minha cara”. Tudo deve ser personalizado. A ideia de coletividade vai se perdendo e se diluindo diante de tanto egoísmo concentrado. Os fones de ouvidos são um dos símbolos de nossa geração individualizada. A grande maioria das pessoas ao nosso redor está conectada à internet em... ...

Leia mais →

O que você vai colher até o final de 2017?

Lembra das promessas do início do ano? Os hábitos que prometeu mudar, as comidas que decidiu se abster, os programas de TV que escolheu abandonar, as más companhias que resolveu riscar, as fraquezas que garantiu não mais te dominar, as vinganças que sugeriu deixar, o perdão que planejou oferecer, a fidelidade que jurou para sempre honrar, lembra? Deu tudo certo? Até aqui, conseguiu viver na prática do que prometeu até este novembro, mês que já vai anunciando o dezembro que finaliza o ano? Em muitos casos nem mesmo nos lembramos de coisas que prometemos. Outras coisas, como a dieta para muitos, foi simplesmente abandonada diante dos insistentes churrascos, pizzas, chocolates e sorvetes que teimam em surgir em nosso campo de visão a toda hora! Comida, no entanto, é o menos grave. Existem promessas profundas que se disciplinadamente tivessem sido cumpridas,... ...

Leia mais →

Quase cristão, mas perdido

Henrique Smith disse: “Quase doce, é sem sabor; quase quente, é morno; quase cristão, é como Mica, que se considerava religioso bastante porque tinha em casa um sacerdote; quase cristão é como Ananias e Safira, que apresentaram uma parte, mas deixaram outra parte; quase cristão é como os filhos de Eli, que furtavam os sacrifícios, como a figueira, que, com sua folhagem ocultou a ausência de frutos, ou como as virgens que tinham consigo lâmpadas sem óleo.” Não precisamos andar muito para concluir que há quase cristãos dentro de nossas igrejas. Os piores perdidos são aqueles que acreditam que são salvos, sendo perdidos. E eles estão dentro das nossas igrejas. Gente enganada. Tão perto, mas tão longe. Estão diante do Pai, mas O tratam como um ídolo. Estão diante do Pai, mas sua visão é distorcida e limitada. Quase cristão,... ...

Leia mais →

Adoração é minha vida, não meu papel

As conversas de Domingo à tarde com minha família inevitavelmente derivam para o que ocorreu na igreja naquela manhã. Nós podemos falar sobre pontos impactantes do sermão, pedidos de oração, visitantes que conhecemos, acontecimentos incomuns no departamento das crianças, e é claro, o “louvor”. A mixagem estava boa? E a escolha das músicas? As músicas estavam bem arranjadas? As transições fizeram sentido? Havia algum ponto morto? Alguém ficou emocionado? Tais são as questões que surgem em uma família onde o patriarca esteve envolvido no ministério da música por mais de quarenta anos. É claro, todo sabemos (ou pelo menos deveríamos saber) que louvor deve ser uma resposta, com toda nossa vida, a quem Deus é para nós em Cristo (Romanos 12:1; João 4:21-26). Assim como o respirar, o louvor não pode se limitar a uma porção do nosso dia ou... ...

Leia mais →

Discipular significa deixar que te sigam   

Um dos maiores obstáculos para compreendermos o que é fazer discípulos é lermos essa expressão unicamente com as lentes da soteriologia, do estudo das doutrinas da salvação, sem atentarmos para o fato óbvio de que Jesus fez discípulos discipulando-os, não apenas salvando-os. De modo geral, não paramos para pensar que os discípulos jamais precisariam especular – como fazemos hoje – sobre o que significou a ordem de “ide, fazei discípulos”, já que o discipulado era uma realidade presente em sua cultura e em sua própria experiência recente com Jesus. Os discípulos nunca responderiam à Grande Comissão com “como faremos isso?”. Essa pergunta não está lá – nem poderia estar – porque os discípulos não tiveram dúvidas de como deveriam executar o que Jesus lhes estava pedindo. Eles foram discipulados! Fazendo nossos próprios discípulos de Jesus Se admitirmos que o Senhor... ...

Leia mais →