“Depois de ter bradado novamente em alta voz, Jesus entregou o espírito. Naquele momento, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. A terra tremeu, e as rochas se partiram. Os sepulcros se abriram, e os corpos de muitos santos que tinham morrido foram ressuscitados. E, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos. Quando o centurião e os que com ele vigiavam Jesus viram o terremoto e tudo o que havia acontecido, ficaram aterrorizados e exclamaram: "Verdadeiramente este era o Filho de Deus!" Mateus 27:50-54
Muito comum nos dias de hoje ouvirmos pessoas que atestam crer que Jesus Cristo é o filho de Deus. Aliás, Deus é um nome constante no vocabulário cotidiano... Deus te crie, vá com Deus, Deus te abençoe, se Deus quiser...
Não se contesta a importância de crer que Jesus Cristo é o filho de Deus, que se fez carne e habitou entre nós, morreu crucificado e ressuscitou ao terceiro dia. Crer é o primeiro passo. Muitos, infelizmente, param por aí. A banalização e o comércio da fé fazem com que, em muitos casos, haja inclusive a pretensão de algum “status” por se confessar publicamente a crença em Jesus.
O sacrifício de Jesus na cruz teve e tem um significado muito mais profundo do que simplesmente atestar Sua identidade de Filho do Altíssimo, significa a oportunidade única que o homem tem de alcançar salvação e vida eterna.
Mais do que crer n’Ele, é necessário aceita-Lo como Senhor e Salvador, é render-se aos Seus pés, confessar os pecados e receber Seu perdão e Sua graça.
No texto acima, vemos as pessoas que participaram do martírio de Jesus Cristo na Cruz, que zombaram d’Ele, que lhe cravaram nos pés e nos pulsos os pregos do nosso pecado, testemunharem seus últimos instantes de vida e a manifestação sobrenatural que se seguiu à Sua morte com grande temor, crendo que "Verdadeiramente este era o Filho de Deus! ". Que mérito há nisso? A Bíblia diz em Tiago 2:19...Até mesmo os demônios crêem — e tremem! Esses homens que reconheceram a divindade no Cristo, em nenhum momento se arrependeram dos atos hediondos que cometeram contra Ele. A Bíblia não diz que eles se jogaram de joelhos e clamaram o perdão de Deus por terem participado do espetáculo de horror que foi a crucificação, não diz que tiveram seus corações quebrantados, não diz que confessaram seus pecados.
Amados! Não basta crer, é preciso aceitar. “Contudo, aos que o receberam, aos que creram em seu nome, deu-lhes o direito de se tornarem filhos de Deus” João 1:12. Perceba que primeiramente é necessário receber a Jesus Cristo como Senhor e Salvador para sermos filhos de Deus.
O sacrifício foi feito por Jesus Cristo para que eu e você possamos desfrutar da graça, do amor e da bondade do pai.
Lance-se aos pés do Senhor, confesse seus pecados, entregue sua vida e seja verdadeiramente, um filho de Deus.
No amor do Cristo vivo.
Por: Marisa Nara
Fonte: Sou da Promessa
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