“Haverá mãe que possa esquecer seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que gerou? Embora ela possa esquecê-lo, eu não me esquecerei de você!”
(Is 49.15).
TIPOS DE MÃES:
MÃE SUÍÇA: É aquela que ninguém sabe onde ela esconde o dinheiro.
MÃE CHEQUE ESPECIAL: É aquela que socorre todo mundo no fim do mês.
MÃE FUSQUINHA: É aquela que está velhinha, acabadinha, mas é útil para a família inteira.
MÃE GELADEIRA VELHA: É aquela que é ruim, mas é a única que a gente tem.
MÃE POLÍCIA FEDERAL: É aquela que não gosta de ser enganada.
MÃE RODOVIA: É aquela cheia de defeitos, mas a gente acredita que um dia vai melhorar.
MÃE ALARME: É aquela que cuida da nossa casa quando a gente vai viajar.
MÃE ASSALTO À MÃO ARMADA: É aquela que só gosta de presentes caros.
MÃE PANELA DE PRESSÃO: É aquela que quando explode todo mundo sai de perto dela.
MÃE ENCICLOPÉDIA: É aquela que sabe tudo.
MÃE SUPERMERCADO: É aquela que está sempre economizando.
MÃE DETETIVE: É aquela que sempre descobre onde o filho está.
MÃE CELULAR: É aquela que, quando a gente mais precisa dela, não consegue falar.
MÃE CHATA: É a mãe dos outros.
MÃE D'ÁGUA: É aquela que chora à toa.
MÃE MATEMÁTICA: É aquela que soluciona todos os problemas.
MÃE CEBOLA: É aquela que faz a gente chorar sem necessidade.
MÃE COTONETE: É aquela que quando a gente não tem, faz muita falta.
MÃE BI-CAMA: É aquela que em caso de necessidade se desdobra em duas.
Não importa o tipo de mãe que você seja, o que importa é que Deus te escolheu! Te deu a profissão: SER MÃE!
ORIGEM DO DIA DAS MÃES
O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães. Em pouco tempo, a comemoração e consequentemente o Dia das Mães se alastrou por todo o mundo.
HISTÓRIA
"MAMÃE, ESTOU COM MUITA SEDE. QUERO ÁGUA!"
Susanna Petroysan ouviu o pedido de sua filha, mas não podia fazer nada. Ela e sua filha de quatro anos, Gayaney, estavam debaixo de toneladas de aço e concreto. Ao seu lado, no escuro, estava o corpo da nora de Susanna, Karine, uma das 55 mil vítimas do pior terremoto na história da Armênia.
A calamidade nunca bate antes de entrar e, dessa vez, ela derrubou a porta.
Susanna tinha ido à casa de Karine provar um vestido. Era 7 de dezembro de 1988, 11h30 da manhã. O tremor de terra ocorreu às 11h41. Ela havia tirado o vestido e estava apenas de meias e anágua quando o quinto andar do edifício começou a tremer. Susanna agarrou sua filha e deu apenas alguns passos quando o piso se abriu e elas caíram. Susanna, Gayaney e Karine caíram no subsolo do prédio de nove andares, cercadas de escombros.
"Mamãe, eu estou com muita sede. Por favor, me dê alguma coisa para beber!"
Não havia nada que Susanna pudesse fazer.
Ela estava deitada debaixo dos escombros. Uma viga de concreto sobre sua cabeça e um cano d'água sobre os ombros a impediam de se levantar. Tateando no escuro, ela encontrou um pote de geléia que havia caído no porão. Ela deu toda a geléia para sua filha comer. Já havia passado o segundo dia.
"Mamãe estou com muita sede!"
Susanna sabia que ia morrer, mas queria pelo menos poder salvar sua filha. Encontrou um vestido, talvez fosse aquele que viera provar, e improvisou uma cama para Gayaney. Apesar de estar fazendo muito frio, ela tirou suas meias e as colocou sobre sua filha para aquecê-la.
As duas ficaram ali durante oito dias.
Por causa da escuridão Susanna perdeu a noção do tempo. Por causa do frio, perdeu a sensibilidade dos dedos das mãos e dos pés. Por causa dessa impossibilidade de se mover perdeu a esperança. "Eu estava apenas esperando a morte chegar!"
Ela começou a ter alucinações. Seus pensamentos vagueavam. De vez em quando um sono providencial a livrava dos horrores do sepultamento: o frio, a fome, ou, mais freqüentemente, a voz de sua filha.
"Mamãe, estou com sede."
Em algum ponto daquela noite eterna Susanna teve uma idéia. Ela se lembrou de um programa de televisão em que um explorador do Ártico estava morrendo de sede. Seu companheiro deu um corte profundo na mão e deu seu próprio sangue para ele beber.
"Eu não tinha água, nenhum suco de fruta, nenhum líquido. Foi aí que me lembrei que tinha meu próprio sangue!"
Tateando com os dedos dormentes de frio, encontrou um pedaço de vidro quebrado. Abriu com ele o dedo polegar da mão esquerda e o deu para sua filha chupar.
As gotas de sangue não eram suficientes, "Por favor, mamãe, um pouco mais. Corte outro dedo." Susanna não se lembra de quantas vezes teve que se cortar. Ela sabe apenas que, se não houvesse feito isto antes, Gayaney teria morrido. Seu sangue era a única esperança de sua filha.
Não há valor, palavras, dicionários ou mesmo gestos que explique ou nomeie a importância, o significado de uma verdadeira mãe; ama sem esperar nada em troca, ama na dor, na tristeza, na alegria, ama na decepção, a mãe simplesmente ama. E merece ser reconhecida não em um dia, mas em todos os dias do ano.
O AMOR DE DEUS
Muitos comparam o amor de mãe, com o amor de Deus por nós!
Na ceia, Jesus apontando para o vinho, explicou: "Isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é derramado por muitos para remissão dos pecados", Mateus 26:28 declara Jesus.
A lei exigia o sangue de um cordeiro. Isto era suficiente.
Era suficiente para cumprir as exigências da lei. Era bastante para atender ao mandamento. Era suficiente para atender à exigência da justiça de Deus.
Mas não era suficiente para retirar o pecado.
"... porque é impossível que o sangue de touros e de bodes tire pecados." Hebreus 10.4
Os sacrifícios podiam oferecer soluções temporárias, mas somente Deus pode oferecer solução eterna.
Assim Ele o fez.
Debaixo dos escombros de um mundo decaído, Ele feriu suas mãos. Nos destroços de uma humanidade Ele feriu o seu lado. Seus filhos estavam soterrados, então ele lhes deu seu próprio sangue.
Era tudo o que ele tinha. Seus amigos tinham desaparecido. Suas forças estavam diminuindo. Seus bens haviam sido roubados. O próprio Pai lhe havia escondido o rosto. Seu sangue era tudo o que tinha. Mas seu sangue foi suficiente.
“Se alguém tem sede, venha a mim e beba”.
PARABÉNS A TODAS AS MÃES, POR TEREM O PRIVILÉGIO DE COMPARTILHAR DO AMOR DE DEUS!
DEIXE UM RECADINHO PARA SUA MÃE!!!